31.7.08

gosto de televisão trash

É um ponto fraco, mas adoro um programa trash. O Superpop, da Luciana Gimenez, já me divertiu muito depois do jantar. Ultimamente, tenho achado mais engraçado a novela dos mutantes na Record (que já foi melhor). Tem também um canal na net que eu não sei o nome mas que passa as maiores pérolas, sempre acompanhadas daquelas vinhetas onde "o conteúdo do programa é responsabilidade de seus idealizadores". Outro dia, passou um que é filmado totalmente em casa. Uma mulher meio coroa usa como cenário a parede cor de molho rosê da sala, cheia de quadros que gritam, um diferente do outro. Tem até infiltração na parede, e o rodapé branco é suuuuuujo pra cacete. O microfone da apresentadora (que era passado aos convidados cantores) é daqueles de pilha. Me lembra um da Xuxa que toda criança já teve, de onde saíam uns tufos amarelos e a voz saía toda deformada e meio demoníaca, com delay e tudo. Não dá pra entender muito do que a apresentadora fala, especialmente porque além do som precário, o dia-a-dia da casa vaza todo na gravação. Você ouve criança, velho, até cachorro. E, quando o convidado entra no cenário (dá pra ver uma tomada num cantinho), o povo da casa bate palmas. Ok, já deu pra entender que esse programa é especial.

Mas hoje minha noite tá mais pra Gimenez mesmo. A convidada é a Roberta Close. Porra, desde pequena eu adorava a Roberta Close, mas não abria a boca pra contar pra ninguém. Hoje em dia ela mora na Suiça e está casada há 20 anos. Fala cinco idiomas e o marido é alemão.



olha a cara do Gilberto Gil. agora desça mais um pouco e olhe a tanguinha.



mais sobre Roberta Close:

Um comentário:

Regina disse...

Ler este post me fez sentir melhor.
Gosto muito de Tv Trash e sempre achei que fosse a única. Luciana Gimenez é o meu "freak show" preferido.
Tenho predileção, também, por programas evangélicos.

Uma coisa: "Eu não acredito que essas pessoas estão fazendo isto!"

É bom assistir, de camarote ;)